domingo, 6 de junho de 2010

Pará


Paysandu(capital) X Águia (interior)






Estado do Pará é um dos quatro no Brasil nessa condição

Se o Águia fizer a festa de campeão depois que o árbitro Evandro Rogério Roman apitar fim de jogo no Mangueirão, terá retirado o Pará de uma lista que a cada ano, vai ficando menor. Dos 26 estados do Brasil, mais o Distrito Federal, apenas Pará, Roraima, Rio de Janeiro e Pernambuco, nunca tiveram um campeão de fora da capital.

Atualmente, o Papão é o segundo clube brasileiro com mais estaduais, perdendo apenas para o ABC, que acumula 50 conquistas no Rio Grande do Norte. Mesmo o futebol potiguar, que antes era monopolizado por América e ABC, já começa a ver outros clubes brilhando. O poderio da capital começou a cair em 2001, com a conquista do Coríntians de Caicó, que depois viu Potiguar e Baraúnas, ambos de Mossoró, conquistarem o estado em 2004 e em 2006, respectivamente.

Nos estados do Norte, a história também começa a mudar. O Coariense, de Coari, foi campeão no Amazonas em 2005. Um ano depois, a ADESG, de Senador Guiomard conquistou o Acre.

É o Pará? Vai entrar nessa ou vai continuar provando que pra toda regra há uma exceção. (Díario do Pará)

domingo, 23 de maio de 2010

MAIS SHOWS PELO INTERIOR DO BRASIL, CONSEQUENCIA DA PIRATARIA ?!!

André Valadão
Fernandinho

Existe um lado bom(?!) da pirataria, se é que pirataria tem lado bom, mas o que eu quero dizer é o seguinte: é sobre uma conseqüência boa da pirataria; o aumento do número de shows ao vivo no interior do Brasil; antigamente, no tempo do Long Play, quando as fitas K-7 eram bem ruizjnhas, os artistas seculares e do seguimento gospel, faziam poucas turnês, faziam até cinco ou seis shows por ano, e isso quando havia empresários para isso.




A grana advinda da venda de LPs, e direitos autorais era o suficiente para deixar os artistas um bom tempo em casa, só recebendo seus proventos, é bem certo que gravadoras levavam uma boa parte disso, mas antes do CD, do VCD e do MP3, quase não havia pirataria, a primeira que houve num escala um pouco maior era as do cassete, mas a qualidade sofrível e o peso das fitas não dava muito crescimento ao setor.

Com a pirataria do CD que ninguém consegue controlar, é terrível, os artistas agora fazem três vezes mais shows que antigamente, só assim os talentos são realmente provados e aprovados, que não é só truque de estúdio o que está nos CDs. Fui num Show do Fernandinho, cantor gospel muito conhecido e também muito pirateado; eu passei a meditar numa coisa, pensei: __”Esses R$ 15, 00 (quinze reais) que estou pagando é o valor do CD que deixou de ser vendido por vias legais”. É isso. Os artistas pra faturar com sua arte precisam fazer muitos shows por ano, é bom porque os fãs e admiradores podem assistir ao vivo, interagir de perto. O Levita Fernandinho esteve em Redenção no sábado dia 15 de maio, no domingo esteve no “Louvor Norte” em Belém, foi se apresentar na outra semana em Castanhal, cidade próxima a Belém. A banda Calypso de Chimbinha e Joelma estiveram em aniversários de cidade e em exposições agropecuárias aqui no Pará e em outros estados vizinhos.

Pra conseguir fazer algum dinheiro com música, só shows, pois a pirataria deuj essa boa conseqüência e o preço que se para pelo show, é o CD que se deixou de comprar.

Autor:

Pedro Paulo

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Eu moro no interior do Pará



Floresta do Araguaia, uma cidade pequena
um lindo casulo, foto do Kennedy






o campeão deste ano
Carajás (CJ 1 X 0 Piaçava)